Ferramentas para desenvolver competências profissionais

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A gestão de competências faz parte das responsabilidades de um gerente de projeto. Ele deve dominar alguns conceitos para conseguir avaliar seus funcionários e propor soluções, em nível organizacional ou individual, para suprir as necessidades do cotidiano. Saber avaliar corretamente seus funcionários para designar funções e atividades é essencial para o equilíbrio e boa produtividade da equipe.

Como identificar e classificar competências

A competência organizacional diz respeito a todo o conjunto de habilidades estratégicas que caracterizam o diferencial da empresa através da competitividade da organização. Ela pode ser dividida em competências básicas e essenciais:

As competências básicas fazem referência às capacidades essenciais para manter a empresa no mercado, e variam de empresa para empresa.

As competências essenciais são aquelas que permitem que a empresa se torne competitiva no mercado, não apenas por seus produtos e serviços, mas principalmente por ter uma capacidade diferenciada, alguns definem isso como o DNA da empresa.

Durante um projeto, é comum que exista uma etapa inicial na qual serão definidos os objetivos individuais, e isso deve envolver todos os profissionais, pois dessa forma ficará fácil conduzir as demais etapas do processo, que irão incluir:

  • verificação das competências;
  • plano de desenvolvimento individual (PDI);
  • feedback como parte da rotina de trabalho e acompanhamento do desenvolvimento dos membros da equipe; e
  • avaliação, que deve ser realizada no final do clico.

Alternativas e soluções para desenvolver competências

Ao identificar a ausência de competências, é necessário fazer uma boa avaliação e buscar soluções alternativas para o desenvolvimento dos profissionais, focando no objetivo maior que é a concretização do projeto.

Existem várias ferramentas úteis nesse processo, que podem incluir desde um simples treinamento, como a orientação por um treinador ou coaching , até programas de educação a distância. Veja mais detalhes sobre essas ferramentas:

Treinamento tradicional presencial: Esses cursos podem acontecer dentro do local de trabalho, motivando a participação dos funcionários, visto que não tem custo para estes. Os instrutores podem ser da própria empresa ou externos.

Treinamento na função: Esse tipo de treinamento é comum dentro das organizações, e a aprendizagem se dá através das práticas corriqueiras.

Comunidades de prática: Os profissionais podem formar um grupo onde é possível debater e compartilhar conceitos e definições importantes que irão facilitar o desenvolvimento do trabalho em grupo.

Rodízio de cargos: Quando é possível fazer o funcionário conhecer outras áreas, permanecer por um tempo em outra filial, ou cidade, para aprender mais, o resultado pode ser brilhante no final do projeto. Esse tipo de atividade é muito comum nas vagas de trainee.

Programa Sombra: O profissional passa um período pré-determinado junto com outro funcionário mais experiente para acompanhar e aprender um determinado serviço ou conseguir aprimorar uma competência.

Educação a distância: Esse tipo de curso está em alta e se tornou uma opção prática, tanto para a empresa quanto para o profissional.

Programa de memorização: Inclui reuniões periódicas para constatar se os profissionais alcançaram os objetivos do programa.

Coaching: Algumas técnicas de coaching estimulam e desenvolvem o profissional, por isso muitas empresas estão recorrendo a esse tipo de investimento.

Sobre Vanessa Alonso

Mestranda em Ciências dos Alimentos na UNICAMP, pesquisadora, redatora, webwriter, blogueira, estudante de Marketing e curiosa. Possui experiência em outras áreas: área comercial (prospecção, vendas e liderança de equipe) e administrativa.
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